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Tico, você sempre morará em meu coração...   .. e você também, Tequinho... permanecerá vivo em minha memória enquanto eu for viva!!!

 

My 2 dear cats in Brazil, that unfortunately I lost - Teco is dead, Tico disappeared on August, 8, 2002.

Meus dois gatinhos no Brasil, que eu lamentavelmente perdi. Teco não pertence mais a este mundo, e Tico desapareceu em 8 de agosto de 2002.

 

 
Primeira de várias fotos de Tiquinho, tiradas no mesmo dia, no jardim de minha casa no Brasil, São Paulo. Tico novamente... Tiquinho na janela que dá para a sala, isolada por uma tela. Tico tomando sol e brincando na escada do jardim. Tiquinho deliciando-se ao sol.
Tiquinho brincando no seu espaço predileto, o parapeito da janela... Tico e Teco na janela - Tico é o que está  "nas alturas". Tequinho olha para a sala... Problemas... Tico persegue Tequinho no jardim, na área deles. Tico em pé, dentro de sua área, segurando-se na tela divisória entre sua área e o resto do jardim. Tequinho na janela que dá para a sala, Tico em background, se segurando na tela.
Esta imagem é preciosa, embora de má qualidade. Tequinho ao sol... Tão meigo, tão doce, como jamais vi outro gatinho... E tão cedo chamado ao céu... Tequinho no seu espaço predileto, o tronco da mangueira que tivemos que cortar para construir a área dos gatos. Portão de entrada para o gatil, que inclui a casinha e uma pequena área livre. O fofinho de olhos grandes é o Tequinho!!! A casinha dos filhinhos: construída em tijolo maciço, com 3 cômodos internos e telha brasilit. Totalmente à prova de chuva.

 

 


MEUS DOIS GATINHOS NO BRASIL, TICO E TECO. TEQUINHO FALECIDO ANOS ATRÁS, E TIQUINHO DESAPARECIDO EM 8 DE AGOSTO DE 2002 (DESTINO IGNORADO).

Tiquinho foi criado na mamadeira, nasceu em 12 de setembro de 1987, e adotei-o como "filho legítimo" tendo em vista que sua genitora perdera o leite, e para sobreviver ele necessitava de outra "mãe". Tequinho foi deixado em frente da porta da casa de minha mãe, ainda bebê, no ano de 1988, tendo sido por mim acolhido, passando então a conviver com Tico. Os dois viveram dentro de casa por um tempo, após o qual precisei construir uma área própria para eles, uma espécie de "gatil" (uma área externa, isolada com telas e portão, incluindo uma casinha com 2 metros de comprimento). 

A construção de tal área fez-se necessária por motivos práticos; infelizmente a coabitação de dois felinos machos dentro de casa torna-se inviável. Por outro lado, soltá-los na rua seria condená-los à morte, uma vez que São Paulo tem um tráfico perigoso, além de vizinhos maldosos que por vezes costumam "dar veneno" para estes indefesos animaizinhos.

Foi lá que eles passaram a viver até o falecimento de Teco, em 1992 (o dia exato tenho em minha agenda no Brasil) e o lamentável desaparecimento de Tico em  8 de agosto de 2002, dia em que embarcávamos para o Brasil justamente para buscá-lo para a Alemanha.

Lamentável coincidência, ou um recado do bichinho de que preferiria permanecer no Brasil, a despeito de todos os riscos que correria pelas ruas de São Paulo? Talvez ele tivesse pressentido o abandono de seu habitat e tenha encontrado uma maneira de dizer "não", escapando de casa durante a visita da veterinária que aplicaria a vacina necessária para o seu deslocamento.

Perdas irreparáveis, das quais jamais vou me recuperar, apesar de amar muito os meus dois bichinhos aqui na Alemanha, Pimbol e Pimbolinha, como se fossem nossos filhos. Mas quando uma mãe perde um filho, não existe outro que o substitua. Tenho ambos em meu coração e irei morrer com esta dor, ocasião em que talvez venhamos a nos encontrar, em outra dimensão... por que nâo? ...

"Há mais mistérios entre o céu e a Terra do que desconfia a nossa vã filosofia..."


Verinha

 

 

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